Sob a Luz da Razão diz :
Não satisfeitos com o resultado das eleições a oposição ao desenvolvimento social e econômico do Brasil se rearticula rapidamente para minar o governo Dilma Rousseff e prejudicar a população em geral.
Caso Panamericano
Valor Online
SÃO PAULO – O presidente do conselho de administração do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), Gabriel Jorge Ferreira, disse nesta quarta-feira que uma quebra do PanAmericano poderia desestabilizar o sistema financeiro.
“O fundo concordou em dar esse suporte financeiro para, primeiro, (garantir) a estabilidade do sistema financeiro, porque as consequências são sempre muito ruins quando quebra uma instituição financeira. Além disso, coloca em dúvida a solidez do sistema financeiro”, disse Ferreira, ao justificar o socorro de R$ 2,5 bilhões prestado pela entidade ao banco.
Segundo ele, a operação com o PanAmericano é resultado de uma evolução da atuação do fundo, constituído em 1995 com a finalidade única de garantir empréstimos e aplicações no caso de liquidação ou intervenção do Banco Central (BC) em instituições financeiras.
Durante entrevista coletiva à imprensa, Ferreira comentou que, não fosse o apoio do fundo, o BC não teria alternativa que não fosse decretar a intervenção ou a liquidação do PanAmericano – dada a descoberta de um rombo bilionário no banco.
Segundo ele, as duas situações (intervenção ou liquidação), além de gerarem incertezas e insegurança no mercado, causariam uma depreciação no valor e resultados do banco, que teria que administrar despesas, e não mais receitas.
Também haveria um prejuízo ao próprio fundo, que seria obrigado a cobrir aproximadamente R$ 2,2 bilhões em depósitos no PanAmericano, disse Ferreira, acrescentando que a experiência mostra que a restituição de recursos no caso de quebra de bancos é “muito remota e difícil”. “Foi uma proteção patrimonial também para o fundo.”
(Eduardo Laguna | Valor)
Dinheiro Público não...
Não existe dinheiro publico aplicado na operação de recuperação do Banco Panamericano, pois o FGC é um fundo privado onde todas as instituições financeiras contribuem mensalmente para em uma emergência terem recursos disponíveis para utilizar.
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Sob a Luz da Razão diz :
Caso ENEM
A novela ENEM reflete o interesse das grandes corporações educacionais do país em ridicularizar o exame, pois a "indústria dos vestibulares" perde muito com a redução da importância dos antigos exames...
Do total de inscritos, 4.5 milhões no ENEM, cerca de 99,94% realizaram a prova sem qualquer problema, a justiça quer interditar o exame prejudicando estes milhões de alunos. O governo propõe reaplicar a prova aos que se consideraram prejudicados.
Para completar esta postagem sobre a novela ENEM reproduzo artigo de PHA do site Conversaafiada que diz que a "batalha do ENEM trava-se no campo do preconceito contra o pobre e do Golpe político."
PHA
Na saída do avião, um jovem se apresenta e conta que trabalha no INEP, o órgão do Ministério da Educação responsável pelo ENEM.
Conta que leu um comentário no Conversa Afiada, em que um amigo navegante dizia que bastava tratar jovens de 17 anos como doentes mentais.
O especialista do INEP ponderou que ele mesmo, em Brasília, acompanhou a aplicação da prova do ENEM a estudantes com algum tipo de deficiência mental.
Ponderou que especialistas do INEP se deslocaram para algumas das 1700 cidades onde a prova se realizou para aplicar a prova a surdos e cegos.
Há casos de candidatos com distúrbio de atenção que são levados para salas isoladas, onde possam se concentrar.
Ele explicou que a questão da troca das páginas ele próprio resolveu e explicava de uma maneira tão complicada quanto: basta responder na ordem da numeração.
Depois do 1, vem o 2 – tão difícil quanto isso.
O especialista do INEP observou que o ENEM é a maior prova do gênero no mundo: cerca de 4 milhões de candidatos.
4 milhões de candidatos presentes e espalhados por 1700 cidades.
O SAT não é simultâneo e pode não ser presencial.
O ENEM custa R$ 180 milhões.
Com o método TRI, o número insignificante de provas adicionais poderá ser feito a qualquer momento com o mesmo grau de dificuldade.
Especialista conta que alguns alunos dizem: “Ah, mas eu posso me sair pior”.
Ele responde: “E melhor também”.
Calcula-se que o padrão de vazamentos na prova da FUVEST aproxime-se de um terço das questões.
E o PiG (*) não diz nada.
Pondero que a batalha do ENEM trava-se no campo do preconceito contra o pobre e do Golpe político.
Ele concordou e os dois bradamos:
Viva o Brasil !
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